ISSN 2594-5327
55th Congresso anual — Vol. 55 , num. 1 (2000)
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Abstract
O setor petrolífero gera, nas etapas de extração, transporte, refino e distribuição de petróleo, diversos tipos de resíduos oleosos. Em particular, na unidade de extração de óleo cru da bacia de Campos-RJ, é gerada uma grande quantidade de resíduo denominado “borra de petróleo”. Entre as alternativas apresentadas para o gerenciamento deste resíduo estão: o armazenamento, a inertização por encapsulamento para aterro sanitário e a incorporação em cerâmica vermelha. O armazenamento foi utilizado durante vários anos e se mostrou ineficiente já que é uma prática paliativa e não uma solução definitiva. A inertização vem sendo executada atualmente pela Petrobrás S.A. em caráter experimental. A incorporação da borra oleosa em cerâmica vermelha é a alternativa proposta pelos autores deste trabalho. No presente trabalho, utilizou-se a borra de petróleo bruta e a borra de petróleo submetida a tratamento de inertização por encapsulamento com bentonita. A incorporação destas borras de petróleo se fez pela mistura de cada uma delas com argila, em diferentes percentagens em peso, gerando peças cerâmicas que foram queimadas à temperatura de 950 ºC. A determinação da tensão de ruptura à flexão, retração linear, absorção de água, porosidade aparente e massa específica aparente destas peças possibilitaram analisar a influência da borra de petróleo sobre o comportamento de queima e sobre as características das peças obtidas.
O setor petrolífero gera, nas etapas de extração, transporte, refino e distribuição de petróleo, diversos tipos de resíduos oleosos. Em particular, na unidade de extração de óleo cru da bacia de Campos-RJ, é gerada uma grande quantidade de resíduo denominado “borra de petróleo”. Entre as alternativas apresentadas para o gerenciamento deste resíduo estão: o armazenamento, a inertização por encapsulamento para aterro sanitário e a incorporação em cerâmica vermelha. O armazenamento foi utilizado durante vários anos e se mostrou ineficiente já que é uma prática paliativa e não uma solução definitiva. A inertização vem sendo executada atualmente pela Petrobrás S.A. em caráter experimental. A incorporação da borra oleosa em cerâmica vermelha é a alternativa proposta pelos autores deste trabalho. No presente trabalho, utilizou-se a borra de petróleo bruta e a borra de petróleo submetida a tratamento de inertização por encapsulamento com bentonita. A incorporação destas borras de petróleo se fez pela mistura de cada uma delas com argila, em diferentes percentagens em peso, gerando peças cerâmicas que foram queimadas à temperatura de 950 ºC. A determinação da tensão de ruptura à flexão, retração linear, absorção de água, porosidade aparente e massa específica aparente destas peças possibilitaram analisar a influência da borra de petróleo sobre o comportamento de queima e sobre as características das peças obtidas.
Keywords
borra de petróleo, cerâmicas incorporadas, propriedades físicas
borra de petróleo, cerâmicas incorporadas, propriedades físicas
How to cite
Holanda, José Nilson França de; Santos, Rogério Silva dos; Monteiro, Sergio Neves.
UTILIZAÇÃO DE BORRA DE PETRÓLEO INERTIZADA EM CERÂMICA VERMELHA,
p. 3027-3034.
In: 55th Congresso anual,
Rio de Janeiro, Brasil,
2000.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-C01051