Powered by Blucher Proceedings

Proceedings of the Ironmaking, Iron Ore and Agglomeration Seminars


ISSN 2594-357X

Title

Utilização de Celulignina em Altos-fornos

Utilização de Celulignina em Altos-fornos

Authorship

DOI

10.5151/2594-357x-31Red-v1-65-76

Downloads

0 Downloads

Abstract

Dentre os processos de redução, o alto-forno é o mais utilizado, devido principalmente ao trinômio: Produtividade, Custo e Utilização dos sub-produtos. Nas últimas décadas novos processos de produção de ferro vêm sendo desenvolvidos (Tecnored, Corex, Dios, AISI-DS, Hismelt, etc.). Para que o Alto-Forno continue viável é necessário que este tenha um contínuo desenvolvimento, em especial no que se concerne a Custo. Desta forma estamos estudando um novo redutor (Celulignina) que poderá substituir em parte o carvão mineral/vegetal consumido no Alto-Forno. A grande vantagem da Celulignina é a de ser um carbonáceo proveniente de uma Pré-Hidrólise de materiais orgânicos (Madeira, Cascas, Bagaço de Cana e Lixo Orgânico), sendo totalmente renovável, proveniente de uma tecnologia nacional e ter um custo que possibilitará diminuir o gasto com o “fuel rate”. A celulignina dependendo da matéria orgânica que lhe deu origem varia em sua composição, no entanto esta variação é pequena, podendo ser tomada como base a composição da Celulignina proveniente da madeira: C ≅ 66%, H ≅ 4,0%, O ≅ 29% e Cinzas ≅ 1,0%, apresentando ainda um Poder Calorífico (PCI) de ≅ 20 MJ/kg. A maior variação é no teor de cinzas quando se trabalha com lixo orgânico. Portanto este trabalho procura apresentar a Celulignina como matéria prima viável de utilização em altos-fornos.

 

Dentre os processos de redução, o alto-forno é o mais utilizado, devido principalmente ao trinômio: Produtividade, Custo e Utilização dos sub-produtos. Nas últimas décadas novos processos de produção de ferro vêm sendo desenvolvidos (Tecnored, Corex, Dios, AISI-DS, Hismelt, etc.). Para que o Alto-Forno continue viável é necessário que este tenha um contínuo desenvolvimento, em especial no que se concerne a Custo. Desta forma estamos estudando um novo redutor (Celulignina) que poderá substituir em parte o carvão mineral/vegetal consumido no Alto-Forno. A grande vantagem da Celulignina é a de ser um carbonáceo proveniente de uma Pré-Hidrólise de materiais orgânicos (Madeira, Cascas, Bagaço de Cana e Lixo Orgânico), sendo totalmente renovável, proveniente de uma tecnologia nacional e ter um custo que possibilitará diminuir o gasto com o “fuel rate”. A celulignina dependendo da matéria orgânica que lhe deu origem varia em sua composição, no entanto esta variação é pequena, podendo ser tomada como base a composição da Celulignina proveniente da madeira: C ≅ 66%, H ≅ 4,0%, O ≅ 29% e Cinzas ≅ 1,0%, apresentando ainda um Poder Calorífico (PCI) de ≅ 20 MJ/kg. A maior variação é no teor de cinzas quando se trabalha com lixo orgânico. Portanto este trabalho procura apresentar a Celulignina como matéria prima viável de utilização em altos-fornos.

Keywords

injeção, alto-forno, celulignina

injeção, alto-forno, celulignina

How to cite

Lopes, Cláudio Rocha; Pinatti, Daltro Garcia. Utilização de Celulignina em Altos-fornos, p. 65-76. In: 31º Seminário de Redução de Minério de Ferro e Matérias-Primas, None, 2000.
ISSN: 2594-357X, DOI 10.5151/2594-357x-31Red-v1-65-76