ISSN 2594-5327
50th Congresso anual — Vol. 50 , num. 1 (1995)
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Abstract
A Dedini SA Siderúrgica (DSD) é uma usina semi-integrada à sucata ferrosa e sua unidade industrial é composta por dois fornos elétricos a arco com capacidade de 30 e 50 toneladas; e um forno panela de 50 toneladas, com produção média de 232 mil toneladas de aço bruto por ano. É resultante do processo, através dos sistemas de despoeiramento primário (4º furo) e secundário (coifa do telhado), 330 toneladas/mês de pó de aciaria elétrica (PAE). O PAE é caracterizado como resíduo classe I – perigoso, devido à presença de duas espécies químicas: cádmio e chumbo, em concentrações superiores ao limite máximo, conforme NBR 10004. Também, no ensaio de solubilização, várias espécies químicas (Al, Cd, Cr, Mg, Pb, Zn) apresentam concentrações superiores ao limite máximo permitido. O pó de aciaria adicionado (a 5 a 15%) a uma massa cerâmica, para a produção de pisos cerâmicos, homogeneizados intensamente e microgranulado em um equipamento EIRICH, posteriormente sofrendo uma prensagem, secagem, esmaltação e sinterização acarretou em um produto que, submetido a ensaios de lixiviação e solubilização, mostrou-se não maléfico ao meio ambiente.
A Dedini SA Siderúrgica (DSD) é uma usina semi-integrada à sucata ferrosa e sua unidade industrial é composta por dois fornos elétricos a arco com capacidade de 30 e 50 toneladas; e um forno panela de 50 toneladas, com produção média de 232 mil toneladas de aço bruto por ano. É resultante do processo, através dos sistemas de despoeiramento primário (4º furo) e secundário (coifa do telhado), 330 toneladas/mês de pó de aciaria elétrica (PAE). O PAE é caracterizado como resíduo classe I – perigoso, devido à presença de duas espécies químicas: cádmio e chumbo, em concentrações superiores ao limite máximo, conforme NBR 10004. Também, no ensaio de solubilização, várias espécies químicas (Al, Cd, Cr, Mg, Pb, Zn) apresentam concentrações superiores ao limite máximo permitido. O pó de aciaria adicionado (a 5 a 15%) a uma massa cerâmica, para a produção de pisos cerâmicos, homogeneizados intensamente e microgranulado em um equipamento EIRICH, posteriormente sofrendo uma prensagem, secagem, esmaltação e sinterização acarretou em um produto que, submetido a ensaios de lixiviação e solubilização, mostrou-se não maléfico ao meio ambiente.
Keywords
pó de aciaria elétrica, resíduo de aciaria elétrica
pó de aciaria elétrica, resíduo de aciaria elétrica
How to cite
Bernardes, Laudo José Landi; Vitti, Edison Domingos; Araújo, José Alencastro; Vargas, Uriel.
Utilização do pó de aciaria elétrica (PAE) na fabricação de pisos cerâmicos,
p. 1395-1402.
In: 50th Congresso anual,
São Pedro-SP, Brasil,
1995.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-50v3-339-346