ISSN 2594-5327
58º Congresso anual — Vol. 58 , num. 1 (2003)
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Resumo
Em média, as borras de processamento do alumínio primário e de suas ligas podem conter cerca de 50% de alumínio metálico disperso principalmente numa matriz de alumina. Sendo esse processo de energia intensiva, qualquer alternativa de reciclagem do metal é sempre desejável. O processo convencional de reciclagem das borras em forno rotativo em presença de sais fundidos, é termicamente pouco eficiente e relativamente poluente. O presente trabalho apresenta uma alternativa não poluente de recuperação do alumínio metálico contido nas borras, utilizando-se os processos de moagem e peneiramento, levando-se em conta as acentuadas diferenças nas cinéticas de abrasão da alumina e do alumínio metálico. O balanço de massa global do processamento adotado indicou que cerca de 28,00 % em peso do alumínio metálico presente nas borras é passível de recuperação.
Em média, as borras de processamento do alumínio primário e de suas ligas podem conter cerca de 50% de alumínio metálico disperso principalmente numa matriz de alumina. Sendo esse processo de energia intensiva, qualquer alternativa de reciclagem do metal é sempre desejável. O processo convencional de reciclagem das borras em forno rotativo em presença de sais fundidos, é termicamente pouco eficiente e relativamente poluente. O presente trabalho apresenta uma alternativa não poluente de recuperação do alumínio metálico contido nas borras, utilizando-se os processos de moagem e peneiramento, levando-se em conta as acentuadas diferenças nas cinéticas de abrasão da alumina e do alumínio metálico. O balanço de massa global do processamento adotado indicou que cerca de 28,00 % em peso do alumínio metálico presente nas borras é passível de recuperação.
Palavras-chave
Borras, recuperação de alumínio, cinética de abrasão, peneiramento, moagem
Borras, recuperação de alumínio, cinética de abrasão, peneiramento, moagem
Como citar
Silva, Flavio Teixeira da.
ALTERNATIVAS PARA A RECUPERAÇÃO E QUANTIFICAÇÃO DO TEOR DE ALUMÍNIO METÁLICO DE BORRAS,
p. 1014-1022.
In: 58º Congresso anual,
Rio de Janeiro, Brasil,
2003.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-2627