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Congresso Anual da ABM


ISSN 2594-5327

58º Congresso anual Vol. 58 , num. 1 (2003)


Título

Análise de teor de carbono em componentes metálicos compactados e sinterizados por plasma

Análise de teor de carbono em componentes metálicos compactados e sinterizados por plasma

Autoria

DOI

10.5151/2594-5327-2703

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Resumo

Neste trabalho, amostras de Ferro puro, Fe-5%Ni e Fe-3%Mo foram misturadas com 0,6 %, em peso, de estearato de zinco, compactadas em matriz unidirecional de duplo efeito e sinterizadas por plasma e em forno de aquecimento resistivo a 1120 °C por 1 hora. No processamento de sinterização por plasma, utilizou-se três diferentes montagens de eletrodos: configuração cátodo, configuração ânodo-cátodo confinado e configuração forno-plasma. Após sinterização, quantificou-se o teor de carbono residual, proveniente do estearato de zinco, nas amostras sinterizadas pelas duas rotas de processamento, inclusive naquelas feitas apenas a remoção de lubrificante (delubing). O delubing foi efetuado em forno de aquecimento resistivo, a 500 °C durante 30 minutos. Teores residuais de carbono do estearato de zinco, CH₃-(CH₂)₁₆-(COO)₂Zn, diminuem o grau de sinterabilidade dos componentes compactados. Os resultados da análise de teor de carbono mostraram valores muito baixos de carbono para as duas rotas de processamento. No entanto, os resultados das amostras sinterizadas por plasma, apresentaram valores com 1 ordem de grandeza menores que aquelas processadas em forno de aquecimento resistivo. Isto se deve ao fato das amostras processadas por plasma estarem na presença de elétrons energéticos, íons de hidrogênio atômico reativo e baixa pressão da mistura gasosa, propiciando melhor limpeza dos compactados durante a sinterização.

 

Neste trabalho, amostras de Ferro puro, Fe-5%Ni e Fe-3%Mo foram misturadas com 0,6 %, em peso, de estearato de zinco, compactadas em matriz unidirecional de duplo efeito e sinterizadas por plasma e em forno de aquecimento resistivo a 1120 °C por 1 hora. No processamento de sinterização por plasma, utilizou-se três diferentes montagens de eletrodos: configuração cátodo, configuração ânodo-cátodo confinado e configuração forno-plasma. Após sinterização, quantificou-se o teor de carbono residual, proveniente do estearato de zinco, nas amostras sinterizadas pelas duas rotas de processamento, inclusive naquelas feitas apenas a remoção de lubrificante (delubing). O delubing foi efetuado em forno de aquecimento resistivo, a 500 °C durante 30 minutos. Teores residuais de carbono do estearato de zinco, CH₃-(CH₂)₁₆-(COO)₂Zn, diminuem o grau de sinterabilidade dos componentes compactados. Os resultados da análise de teor de carbono mostraram valores muito baixos de carbono para as duas rotas de processamento. No entanto, os resultados das amostras sinterizadas por plasma, apresentaram valores com 1 ordem de grandeza menores que aquelas processadas em forno de aquecimento resistivo. Isto se deve ao fato das amostras processadas por plasma estarem na presença de elétrons energéticos, íons de hidrogênio atômico reativo e baixa pressão da mistura gasosa, propiciando melhor limpeza dos compactados durante a sinterização.

Palavras-chave

sinterização por plasma e teor de carbono

sinterização por plasma e teor de carbono

Como citar

Lourenço, Jorge Magner; Júnior, Waldyr Ristow; Wendhausen, Paulo Antônio Pereira; Muzart, Joel Louis René; Maliska, Ana Maria. Análise de teor de carbono em componentes metálicos compactados e sinterizados por plasma, p. 1453-1461. In: 58º Congresso anual, Rio de Janeiro, Brasil, 2003.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-2703