ISSN 2594-5327
58º Congresso anual — Vol. 58 , num. 1 (2003)
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Resumo
Realizaram-se diversos ciclos de têmpera em um aço baixo carbono, microligado ao nióbio. Os parâmetros de controle foram ciclos e meios de resfriamento, uma vez fixados o tempos e temperaturas de austenitização plena ou intercrítica. Os corpos de prova foram submetidos a ensaios de tração e dureza, assim como análise metalográfica. A metalografia se desenvolveu sobre a análise das fases obtidas quanto aos aspectos de morfologia, fração volumétrica, dispersão na matriz, continuidade e dureza (microdureza). Estas características foram correlacionadas com as propriedades mecânicas obtidas pelos ensaios de tração e com a severidade qualitativa do meio de resfriamento. Os diversos meios de resfriamento propiciaram o controle de variáveis cinéticas, mesmo que de ordem qualitativa, enquanto que a diferenciação de ciclos de aquecimento permitiram o controle e associação de variáveis térmicas nos processos de decomposição da austenita, com vistas à formação de martensita, dos aços multifásicos tipo ARBL em estudo. Os resultados apresentaram-se consistentes e reprodutivos, quanto às fases obtidas e propriedades mecânicas correlatas, ressaltando-se que a formação de martensita por si só, desconsiderando-se sua dispersão na matriz de baixo carbono, não assegura os maiores níveis de resistência mecânica frente às fases notadamente menos resistentes, como a bainita, mas que apresentaram maior dispersão na matriz.
Realizaram-se diversos ciclos de têmpera em um aço baixo carbono, microligado ao nióbio. Os parâmetros de controle foram ciclos e meios de resfriamento, uma vez fixados o tempos e temperaturas de austenitização plena ou intercrítica. Os corpos de prova foram submetidos a ensaios de tração e dureza, assim como análise metalográfica. A metalografia se desenvolveu sobre a análise das fases obtidas quanto aos aspectos de morfologia, fração volumétrica, dispersão na matriz, continuidade e dureza (microdureza). Estas características foram correlacionadas com as propriedades mecânicas obtidas pelos ensaios de tração e com a severidade qualitativa do meio de resfriamento. Os diversos meios de resfriamento propiciaram o controle de variáveis cinéticas, mesmo que de ordem qualitativa, enquanto que a diferenciação de ciclos de aquecimento permitiram o controle e associação de variáveis térmicas nos processos de decomposição da austenita, com vistas à formação de martensita, dos aços multifásicos tipo ARBL em estudo. Os resultados apresentaram-se consistentes e reprodutivos, quanto às fases obtidas e propriedades mecânicas correlatas, ressaltando-se que a formação de martensita por si só, desconsiderando-se sua dispersão na matriz de baixo carbono, não assegura os maiores níveis de resistência mecânica frente às fases notadamente menos resistentes, como a bainita, mas que apresentaram maior dispersão na matriz.
Palavras-chave
martensita, bainita, nióbio
martensita, bainita, nióbio
Como citar
Cunha, José Antonio Peixoto; Menezes, William Marcos Muniz; Silva, Olivério Moreira de Macedo; Neto, Carlos de Moura.
ANÁLISE DE VARIÁVEIS TERMOCINÉTICAS NA FORMAÇÃO DE MARTENSITA EM AÇOS MULTIFÁSICOS TIPO ARBL,
p. 1992-2001.
In: 58º Congresso anual,
Rio de Janeiro, Brasil,
2003.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-2807