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Congresso Anual da ABM


ISSN 2594-5327

58º Congresso anual Vol. 58 , num. 1 (2003)


Título

AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA À CORROSÃO INTERGRANULAR DO AÇO UNS S43000 APÓS TRATAMENTO TÉRMICO A 600 ºC

AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA À CORROSÃO INTERGRANULAR DO AÇO UNS S43000 APÓS TRATAMENTO TÉRMICO A 600 ºC

Autoria

DOI

10.5151/2594-5327-2598

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Resumo

A susceptibilidade à corrosão intergranular é um obstáculo na utilização dos aços inoxidáveis ferríticos não estabilizados. É possível diferenciar o comportamento dos aços inoxidáveis sensibilizados dos não sensibilizados através de curvas de polarização anódica. O presente trabalho avalia a resistência à corrosão intergranular do aço UNS S43000 em função do tempo de tratamento térmico a 600 ºC verificando a variação do grau de sensitização e da microestrutura através do ensaio de reativação potenciodinâmica “Double-Loop” (DL-EPR), da Prática W e microscopia eletrônica de varredura. As amostras foram solubilizadas a 1200 ºC e submetidas a 600 ºC por tempos de 5 minutos até 16 horas. As curvas foram realizadas em 0,5M H₂SO₄ a 23 ºC. Na Prática W as amostras foram atacadas eletroliticamente com 10% ácido oxálico. Os resultados dos ensaios DL-EPR mostraram que o grau de sensitização varia em função do tempo, sendo sempre maior ou igual ao obtido para a amostra apenas solubilizada. Foram detectados dois graus de sensitização, um a 10 minutos e outro a 4 horas, sendo assim explicados: o primeiro devido à sensitização intergranular e o segundo ao empobrecimento no teor de cromo ao redor de precipitados intragranulares. Através de microscopia eletrônica foi possível identificar carbonetos de cromo inter e intragranulares.

 

A susceptibilidade à corrosão intergranular é um obstáculo na utilização dos aços inoxidáveis ferríticos não estabilizados. É possível diferenciar o comportamento dos aços inoxidáveis sensibilizados dos não sensibilizados através de curvas de polarização anódica. O presente trabalho avalia a resistência à corrosão intergranular do aço UNS S43000 em função do tempo de tratamento térmico a 600 ºC verificando a variação do grau de sensitização e da microestrutura através do ensaio de reativação potenciodinâmica “Double-Loop” (DL-EPR), da Prática W e microscopia eletrônica de varredura. As amostras foram solubilizadas a 1200 ºC e submetidas a 600 ºC por tempos de 5 minutos até 16 horas. As curvas foram realizadas em 0,5M H₂SO₄ a 23 ºC. Na Prática W as amostras foram atacadas eletroliticamente com 10% ácido oxálico. Os resultados dos ensaios DL-EPR mostraram que o grau de sensitização varia em função do tempo, sendo sempre maior ou igual ao obtido para a amostra apenas solubilizada. Foram detectados dois graus de sensitização, um a 10 minutos e outro a 4 horas, sendo assim explicados: o primeiro devido à sensitização intergranular e o segundo ao empobrecimento no teor de cromo ao redor de precipitados intragranulares. Através de microscopia eletrônica foi possível identificar carbonetos de cromo inter e intragranulares.

Palavras-chave

Aço inoxidável ferrítico, Sensitização, Reativação Eletroquímica Potenciodinâmica

Aço inoxidável ferrítico, Sensitização, Reativação Eletroquímica Potenciodinâmica

Como citar

Giraldo, Carlos Augusto Serna; Magnabosco, Rodrigo; AlonsoFalleiros, Neusa. AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA À CORROSÃO INTERGRANULAR DO AÇO UNS S43000 APÓS TRATAMENTO TÉRMICO A 600 ºC, p. 864-873. In: 58º Congresso anual, Rio de Janeiro, Brasil, 2003.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-2598