Powered by Blucher Proceedings

Seminários de Redução, Minério de Ferro e Aglomeração


ISSN 2594-357X

Título

EFEITO DO TIPO DE CARVÃO E DAS CONDIÇÕES DE CARBONIZAÇÃO NA GASEIFICAÇÃO DE CARVÕES SUB-BETUMINOSOS COM CO₂

EFEITO DO TIPO DE CARVÃO E DAS CONDIÇÕES DE CARBONIZAÇÃO NA GASEIFICAÇÃO DE CARVÕES SUB-BETUMINOSOS COM CO₂

Autoria

DOI

10.5151/2594-357x-19Red-227-242

Downloads

0 Downloads

Resumo

"Chars" originários de dois carvões sub-betuminosos canadenses, Highvale e Smoky Tower, na faixa granulométrica 841+420 µm foram gaseificados com misturas gasosas contendo CO, CO₂ e He no intervalo de temperatura 800–950°C, num reator de leito fluidizado. O objetivo do trabalho foi determinar o efeito do tipo de carvão e das condições de carbonização na cinética da reação de gaseificação. Para as condições estudadas, os "chars" provenientes do carvão Highvale apresentaram uma reatividade maior do que os "chars" oriundos do carvão Smoky Tower similarmente preparados. Este resultado é devido, primariamente, aos "chars" Highvale possuírem superfícies específicas mais elevadas, tanto no estado não reagido como no reagido e maior capacidade de gerar superfícies específicas durante a reação de gaseificação. Preparações com maior tempo de "charque" e menor taxa de aquecimento eram, por sua vez, ligeiramente menos reativos devido à sua menor superfície específica e estrutura porosa menos aberta.

 

"Chars" originários de dois carvões sub-betuminosos canadenses, Highvale e Smoky Tower, na faixa granulométrica 841+420 µm foram gaseificados com misturas gasosas contendo CO, CO₂ e He no intervalo de temperatura 800–950°C, num reator de leito fluidizado. O objetivo do trabalho foi determinar o efeito do tipo de carvão e das condições de carbonização na cinética da reação de gaseificação. Para as condições estudadas, os "chars" provenientes do carvão Highvale apresentaram uma reatividade maior do que os "chars" oriundos do carvão Smoky Tower similarmente preparados. Este resultado é devido, primariamente, aos "chars" Highvale possuírem superfícies específicas mais elevadas, tanto no estado não reagido como no reagido e maior capacidade de gerar superfícies específicas durante a reação de gaseificação. Preparações com maior tempo de "charque" e menor taxa de aquecimento eram, por sua vez, ligeiramente menos reativos devido à sua menor superfície específica e estrutura porosa menos aberta.

Palavras-chave

Carvão sub-betuminoso, Gaseificação, Carbonização, Cinética de reação, CO₂

Carvão sub-betuminoso, Gaseificação, Carbonização, Cinética de reação, CO₂

Como citar

Carvalho, Roberto José de. EFEITO DO TIPO DE CARVÃO E DAS CONDIÇÕES DE CARBONIZAÇÃO NA GASEIFICAÇÃO DE CARVÕES SUB-BETUMINOSOS COM CO₂, p. 227-242. In: 19º Seminário de Redução de Minério de Ferro e Matérias-Primas, None, 1988.
ISSN: 2594-357X, DOI 10.5151/2594-357x-19Red-227-242