ISSN 2594-5327
58º Congresso anual — Vol. 58 , num. 1 (2003)
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Resumo
A área de compósitos poliméricos extrinsecamente condutores de eletricidade (PECs), tem apresentado resultados excelentes. O destaque dos PECs é a construção de sensores de grandezas mecânicas, com ênfase nos sensores de pressão e temperatura. Neste trabalho, visamos à obtenção de um compósito polimérico com negro de fumo Conductex 975 e aditivos, com propriedades elétricas e mecânicas destinadas à construção destes sensores. Os materiais empregados foram o polietileno, NF e micropartículas de vidro comercial. Devido às características do NF, ao incorporarmos no polietileno, obtivemos um aumento da condutividade elétrica proporcional ao aumento da concentração de NF. Entretanto, este aumento deslocou conjuntamente, o regime elasto-plástico do compósito. Tornando-o um material rígido e quebradiço, propriedades indesejadas para um sensor de grandeza mecânica, pois, acarretaria sua fadiga. Uma opção é a adição de outras substâncias, para melhorar as propriedades mecânicas do material. O pó de vidro comercial foi escolhido como este aditivo, principalmente devido ao baixo custo. Resultados iniciais mostram uma queda de 17% do limiar de percolação para os compósitos PEBD/NF C975, quando adicionado ao mesmo 3% de partículas de vidro. O limiar de percolação para o os compósitos é de 4,81% para uma resistividade de (9,5 ± 2)10¹⁰ Ω.cm.
A área de compósitos poliméricos extrinsecamente condutores de eletricidade (PECs), tem apresentado resultados excelentes. O destaque dos PECs é a construção de sensores de grandezas mecânicas, com ênfase nos sensores de pressão e temperatura. Neste trabalho, visamos à obtenção de um compósito polimérico com negro de fumo Conductex 975 e aditivos, com propriedades elétricas e mecânicas destinadas à construção destes sensores. Os materiais empregados foram o polietileno, NF e micropartículas de vidro comercial. Devido às características do NF, ao incorporarmos no polietileno, obtivemos um aumento da condutividade elétrica proporcional ao aumento da concentração de NF. Entretanto, este aumento deslocou conjuntamente, o regime elasto-plástico do compósito. Tornando-o um material rígido e quebradiço, propriedades indesejadas para um sensor de grandeza mecânica, pois, acarretaria sua fadiga. Uma opção é a adição de outras substâncias, para melhorar as propriedades mecânicas do material. O pó de vidro comercial foi escolhido como este aditivo, principalmente devido ao baixo custo. Resultados iniciais mostram uma queda de 17% do limiar de percolação para os compósitos PEBD/NF C975, quando adicionado ao mesmo 3% de partículas de vidro. O limiar de percolação para o os compósitos é de 4,81% para uma resistividade de (9,5 ± 2)10¹⁰ Ω.cm.
Palavras-chave
Pó de Vidro, Negro de Fumo, Polietileno
Pó de Vidro, Negro de Fumo, Polietileno
Como citar
Rodrigues, Cezar H. M.; Espanhol, Fabiano B.; Borges, Maria Eugenia de S. P..
Estudo da Influência de Partículas de Vidro na Resistividade Elétrica de Compósitos Poliméricos Condutores de Polietileno de Baixa Densidade com Negro de Fumo XE2B,
p. 2293-2301.
In: 58º Congresso anual,
Rio de Janeiro, Brasil,
2003.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-2869