ISSN 2594-357X
3º Simpósio Brasileiro de Minério de Ferro — Vol. 01 , num. 3 (2001)
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Resumo
O minério de ferro concentrado pela CVRD em Carajás possui umidade de formação variando entre 9% e 11%, devido ao seu beneficiamento a úmido. Esta água contida no minério tende a drenar, com maior ou menor intensidade, durante a estocagem e o transporte deste minério, sofrendo a influência de fatores externos como a incidência de chuvas, evaporação, etc. O comportamento desta água presente no minério de ferro é ditado pelas leis de fluxo em meios não saturados, sob a influência de forças gravitacionais e capilares. Assim, com o intuito de analisar o comportamento da umidade no minério de ferro, foram desenvolvidos estudos pela equipe técnica da Geoconsultoria, acompanhados pela CVRD, e com a participação de professores da EPUSP. Estes estudos consistiram na execução de ensaios de laboratório e testes de campo, e na utilização do programa de computador Hydrus 1D (Vogel et al., 1996), que analisa o fluxo em meios não saturados, que culminaram na modelagem numérica do comportamento da umidade e no entendimento da influência dos fatores externos neste comportamento. O presente artigo pretende apenas abordar de forma resumida os extensos trabalhos desenvolvidos, apresentando alguns exemplos de resultados obtidos, de modo a propiciar uma visão geral do atual estágio do conhecimento adquirido.
O minério de ferro concentrado pela CVRD em Carajás possui umidade de formação variando entre 9% e 11%, devido ao seu beneficiamento a úmido. Esta água contida no minério tende a drenar, com maior ou menor intensidade, durante a estocagem e o transporte deste minério, sofrendo a influência de fatores externos como a incidência de chuvas, evaporação, etc. O comportamento desta água presente no minério de ferro é ditado pelas leis de fluxo em meios não saturados, sob a influência de forças gravitacionais e capilares. Assim, com o intuito de analisar o comportamento da umidade no minério de ferro, foram desenvolvidos estudos pela equipe técnica da Geoconsultoria, acompanhados pela CVRD, e com a participação de professores da EPUSP. Estes estudos consistiram na execução de ensaios de laboratório e testes de campo, e na utilização do programa de computador Hydrus 1D (Vogel et al., 1996), que analisa o fluxo em meios não saturados, que culminaram na modelagem numérica do comportamento da umidade e no entendimento da influência dos fatores externos neste comportamento. O presente artigo pretende apenas abordar de forma resumida os extensos trabalhos desenvolvidos, apresentando alguns exemplos de resultados obtidos, de modo a propiciar uma visão geral do atual estágio do conhecimento adquirido.
Palavras-chave
umidade, modelagem, Hydrus 1D, minério de ferro, meios não saturados
umidade, modelagem, Hydrus 1D, minério de ferro, meios não saturados
Como citar
Abrão, Guilherme Semensato; Busch, Ricardo Guilherme; Goossens, Marcos; Marinho, Fernando A. M.; Pinto, Carlos de Souza.
ESTUDO DO COMPORTAMENTO DA UMIDADE EM MINÉRIOS DE FERRO,
p. 124-133.
In: 3º Simpósio Brasileiro de Minério de Ferro,
None,
2001.
ISSN: 2594-357X, DOI 10.5151/2594-357x-C01676