ISSN 2594-5327
58º Congresso anual — Vol. 58 , num. 1 (2003)
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Resumo
Os aços inoxidáveis duplex possuem uma microestrutura austenoferrítica. Os duplex possuem boas propriedades mecânicas no estado solubilizado - resistência mecânica elevada, boa ductilidade, tenacidade e soldabilidade - e são resistentes à corrosão. Porém eles podem ser fragilizados quando expostos a determinadas faixas de temperatura. Essa fragilização se dá devido ao surgimento de novas fases. Procurando detalhar melhor a cinética de transformação das novas fases, utilizamos o aço inoxidável duplex 2205 para a realização do trabalho, inicialmente foram preparadas 18 amostras, e estas amostras foram expostas em um forno do tipo mufla, em diferentes temperaturas: 450 ºC, 600 ºC e 850 ºC, para os tempos de 10h, 24h e 100h, o que implicou em duas amostras para cada temperatura e tempo de exposição. O resfriamento foi realizado dentro do próprio forno. Após cada tratamento térmico foi realizada a caracterização microestrutural por meio de um microscópio eletrônico de varredura. As amostras foram atacadas utilizando reagente de Murakami, quando não se desejava revelar os contornos de grão de cada fase, e solução 10% ácido oxálico, para revelar os contornos de grão. Dessa forma detectamos por metalografia alguns fases capazes de fragilizar o material. A resistência à corrosão do aço duplex 2205 também foi verificada, utilizando técnicas eletroquímicas.
Os aços inoxidáveis duplex possuem uma microestrutura austenoferrítica. Os duplex possuem boas propriedades mecânicas no estado solubilizado - resistência mecânica elevada, boa ductilidade, tenacidade e soldabilidade - e são resistentes à corrosão. Porém eles podem ser fragilizados quando expostos a determinadas faixas de temperatura. Essa fragilização se dá devido ao surgimento de novas fases. Procurando detalhar melhor a cinética de transformação das novas fases, utilizamos o aço inoxidável duplex 2205 para a realização do trabalho, inicialmente foram preparadas 18 amostras, e estas amostras foram expostas em um forno do tipo mufla, em diferentes temperaturas: 450 ºC, 600 ºC e 850 ºC, para os tempos de 10h, 24h e 100h, o que implicou em duas amostras para cada temperatura e tempo de exposição. O resfriamento foi realizado dentro do próprio forno. Após cada tratamento térmico foi realizada a caracterização microestrutural por meio de um microscópio eletrônico de varredura. As amostras foram atacadas utilizando reagente de Murakami, quando não se desejava revelar os contornos de grão de cada fase, e solução 10% ácido oxálico, para revelar os contornos de grão. Dessa forma detectamos por metalografia alguns fases capazes de fragilizar o material. A resistência à corrosão do aço duplex 2205 também foi verificada, utilizando técnicas eletroquímicas.
Palavras-chave
aço inoxidável duplex, transformação de fases
aço inoxidável duplex, transformação de fases
Como citar
Nascimento, Alex Maia do; SobralSantiago, Ana Vládia Cabral; Abreu, Hamilton Ferreira Gomes de.
INFLUÊNCIA DA TEMPERATURA NA CINÉTICA DE TRANSFORMAÇÃO DE FASES DO AÇO INOXIDÁVEL DUPLEX 2205,
p. 80-88.
In: 58º Congresso anual,
Rio de Janeiro, Brasil,
2003.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-2451