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Seminários de Redução, Minério de Ferro e Aglomeração


ISSN 2594-357X

Título

MODELO DE GESTÃO OPERACIONAL DA CARBOQUÍMICA DA CST – GEOC

MODELO DE GESTÃO OPERACIONAL DA CARBOQUÍMICA DA CST – GEOC

Autoria

DOI

10.5151/2594-357x-33Red-3410

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Resumo

O presente trabalho tem como objetivo demonstrar a implantação do modelo de gestão na Área Carboquímica, visando a estabilidade e a garantia no enquadramento dos parâmetros ambientais hídricos estabelecidos pela CST e pelos órgãos ambientais, através de ações para minimizar as variabilidades de processo causadas por interferências operacionais e por equipamentos eletromecânicos. São utilizadas ferramentas da qualidade como forma de monitoramento do efluente Final de Coqueria, visando a Garantia da Estabilidade Operacional da Carboquímica (GEOC), tais como: Mapeamento de Processos, definição de Tarefas Críticas, Itens de Controle e Verificação, Planos de Ação, Acompanhamento Gerencial Focalizado, utilização de conceitos de Limites Naturais de Processo, Revisão e Adequação de Padrões. Para facilitar o emprego das ferramentas, a área foi priorizada e dividida em sistemas e subsistemas. Através da utilização das ferramentas da Qualidade foram criados os: Índices de Efluente Bom (IEB), embasados nos limites legais estabelecidos pela legislação brasileira, e o Índice de Estabilidade Operacional Bom (IEOB), onde os limites adotados foram os Limites Naturais do Processo, bem como, utilizado o Índice de Disponibilidade dos Equipamentos. O IEOB visa manter o enquadramento de 100% dos valores limites adotados para se obter um controle eficaz do processo, culminando no cumprimento das exigências ambientais.

 

O presente trabalho tem como objetivo demonstrar a implantação do modelo de gestão na Área Carboquímica, visando a estabilidade e a garantia no enquadramento dos parâmetros ambientais hídricos estabelecidos pela CST e pelos órgãos ambientais, através de ações para minimizar as variabilidades de processo causadas por interferências operacionais e por equipamentos eletromecânicos. São utilizadas ferramentas da qualidade como forma de monitoramento do efluente Final de Coqueria, visando a Garantia da Estabilidade Operacional da Carboquímica (GEOC), tais como: Mapeamento de Processos, definição de Tarefas Críticas, Itens de Controle e Verificação, Planos de Ação, Acompanhamento Gerencial Focalizado, utilização de conceitos de Limites Naturais de Processo, Revisão e Adequação de Padrões. Para facilitar o emprego das ferramentas, a área foi priorizada e dividida em sistemas e subsistemas. Através da utilização das ferramentas da Qualidade foram criados os: Índices de Efluente Bom (IEB), embasados nos limites legais estabelecidos pela legislação brasileira, e o Índice de Estabilidade Operacional Bom (IEOB), onde os limites adotados foram os Limites Naturais do Processo, bem como, utilizado o Índice de Disponibilidade dos Equipamentos. O IEOB visa manter o enquadramento de 100% dos valores limites adotados para se obter um controle eficaz do processo, culminando no cumprimento das exigências ambientais.

Palavras-chave

gestão, estabilidade, carboquímica

gestão, estabilidade, carboquímica

Como citar

Silvares, Paulo de Tarso Buaiz; Machado, Cláudio Mattos; Marques, Mariana de Castro; Mello, Leonardo Barbosa de Oliveira; Goldschmith, Paulo Henrique; Rabello, Joelma Mian; Fiorot, Leonardo Jusan. MODELO DE GESTÃO OPERACIONAL DA CARBOQUÍMICA DA CST – GEOC, p. 167-176. In: 33º Seminário de Redução de Minério de Ferro e Matérias-Primas, None, 2003.
ISSN: 2594-357X, DOI 10.5151/2594-357x-33Red-3410